3 de jul. de 2010

1° Ato

É engraçado...
Não..engaçado não! É 'irônico" como as coisas acontecem.
Você resolve seus 1001 problemas na vida, e, quando tudo parece se encaixar você descobre, acidentalmente, que eram, na verdade. 1002.

É por isso que estou passando.
Mais ou menos assim, num circulo vicioso:

Estou namorando. Tenho uma pessoa linda, que me apoia, me ajuda, me da atenção e me...suporta....assim digamos.

Estou feliz.
A felicidade, por si, me dá uma puta auto-estima.
A auto-estima por sua vez, me libera da dieta, que automaticamente me permite chocolates e derivados, e que automaticamente me da acne.

E aí, temos um novo problema.
Estou cogitando a possibilidade de apelar ao Roacutan. um medicamento "levinho" e eficáz contra acne, mundialmente conhecido e debatido, que tem como sintomas mais comuns rachadura profunda nos lábios (a ponto de acontecerem sangramentos a um simples sorriso), hemorragia nasal, queda, quebra e enfraquecimento drástico do cabelo, ressecamento nos olhos, conjuntivite, aumento na taxa de colestorol e triglicerides.

Nos casos mais graves, nem preciso dizer: comportamento psicótico, depressão, síndrome do pânico e afins (pra não dizer "morte").

Tô assim. Meio que num mato sem cachorro. Sei que o Roacutan vai me deixar louca e neurótica, que posso cagar meu relacionamento com surtos, que vai me destruir fisicamente nas primeiras doses (ele piora a acne, causa escamação, fode o cabelo - como já disse -, causa labirintite, perda de peso - opa. coisa boa -..enfim..deixa só o caco, antes do resultado milagroso).

Pensando, pensando.
Suícidio talvez, mas as vezes é necesário sacrificar algo por outro bom motivo.

É isso.

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